quinta-feira, 5 de março de 2009

Anseio-me...

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Já nada dói, tanto, assim.
São demasiados os incómodos, rotineiros, persistentes…
O tempo transforma-os em algo, toleravelmente, banal.
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Talvez nos transforme, também, em pessoas banais e sem grandes predicados.
As acções são o “bluff” dos tempos que correm.
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Tento não sentir dor pelo que não vale a pena, pelo que substitui, sem mérito e sem interesse, o que poderia ter sido e não o é.
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E aguardo, com Um Ar De quem sabe o que espera, enganador…, de quem finge a paciência, também.
Aguardo por outros tempos.
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[Anseio o Verão, sem passar pela Primavera, pouco importa! Anseio-me…]
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.Foto 1 de Rui Ferreira e Foto 2 de Pedro Pais, in olhares.com