sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Sem título

.
.
.
.
Na noite passada não desejei
nem projectei.
Deixei que o tempo passasse
[aquele tempo de relógio...]
e não fiz balanços
nem contas [à vida].
Fiquei quieta
envolvida na espiral
que se abre [sempre]
em todos os segundos
do [meu] tempo.
.
.
[Não quis falar de desejo. Ocorreu-me a palavra possibilidades... E senti a ressonância dos sss, voando nua sobre aquele campo verde, no alto do penhasco, entre a terra e o mar.]
.
.