sábado, 4 de julho de 2009

Verde nocturno...

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Por detrás do biombo de bambus, corria a festa, ou o que a dizia…
Esgotei a paciência, a minha, sem vontade de estar ou de ficar.
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Assim, escondo os olhos, num gesto de tédio... sincero!
[disfarçado de atenção mais genuina...]
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Fotografo o meu colo, o chão, uma sombra… um biombo de bambus…[e agradeço-me, a sempre lembrança, de levar a máquina, na mochila].
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Tenho, de muitas festas e de encontros, fotos de pequenos nadas... silenciosos, assim!
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[Regresso, das festivas horas, sem palavras!...]
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