domingo, 8 de fevereiro de 2009

Nem sempre morrem de pé...

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Esta árvore não morreu de pé.
Arrancaram-na do chão, quando eu nem vi.
Um dia, olhei para o jardim interior e tudo era outra coisa: lodaçal de chuva de Inverno, cimento, areia e entulho.
Ninguém se lembrará mais daquele jardim e desta árvore, que tinha o dom de tudo celebrar.
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[Ando assim, como tudo o que era e se transformou noutra coisa, informe e irrelevante. Recordo os tons de verde. Até à Primavera. Até ao Verão. Quando chegarem, de outra maneira...]
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