quinta-feira, 10 de julho de 2008

Dos campos de milho [2]...


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Por vezes, encontro campos onde o milho já vai mais alto... onde as espigas não hão-de tardar a ser colhidas...
[E era aqui, que este post terminava.]
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Depois do comentário da Marta, resolvi voltar, por me parecer incompleto...
Sinto alguma nostalgia das viagens, quase diárias. Há que dizê-lo. Apesar de estar mais que consciente da distância percorrida, dos custos que comporta, da poluição que produz, gosto de conduzir sozinha. Foram momentos que me souberam bem.
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Talvez, por isso, tenha inundado este sítio de campos de milho!... Inesperadamente, não tenho serviço marcado na Escola. Não é tão perto, que me decida a ir lá, verificar o calendário. Tenho colegas prestáveis, que fazem o favor de me manter informada... para poder, mais tranquilamente, arrumar a desordem que ainda reina por esta mesa e nestas estantes [até porque, será pouco tempo, há que aproveitá-lo...].
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Como tal, praticamente, não tenho saído de casa. A arrumação demora mais do que o previsto. Detenho-me em pormenores. Atentamente, leio documentação do início do ano... alguma, recuso-me a deitar fora. Depois, hesito quanto ao lugar onde devo arquivá-la, para não me esquecer [sabendo, de antemão, que nestas arrumações, muito ordenadas, não me lembrarei do fio condutor que as conduziu...].
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[Ao pé destes campos de milho, a minha sala está um caos. Consola-me olhar para eles e sentir a ordem das filas dos pés de milho.]
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de José Marques Lopes, Foto de www.olhares.com